
O CEO do grupo Philips, Rudy Provoost, anunciou em Las Vegas, durante a CES, que a empresa pretende comercializar televisores 3D no máximo em dois anos.
Segundo ele, já existe a capacidade de produzir esse equipamento, mas a demanda do mercado só irá viabilizá-lo quando os estúdios de cinema puderem produzir também filmes em 3D.
"Com nosso TV, os consumidores poderão vivenciar 3D a partir de um disco contendo programação 2D", disse Provoost durante entrevista na semana passada. A previsão da Philips, diz o executivo, é que a partir daí os estúdios passem a produzir mais material adequado à reprodução em 3D. Protótipos desses TVs já existem, mas ainda não foram mostrados na CES desta vez.
A Philips preferiu reforçar a posição de sua tecnologia Ambilight, apresentando uma série de novos displays, de 37" a 50". Além de aperfeiçoar essa tecnologia - na verdade um software que analisa as cores do ambiente para adaptar a elas a luminosidade da tela - a empresa está introduzindo nesses TVs o conceito batizado de "full surround". Os displays possuem uma espécie de moldura virtual, com efeitos luminosos em torno da imagem tentando ampliar a sensação de envolvimento.
A novidade está disponível em seis novos modelos da linha Ambilight: três plasmas (um de 42" e dois de 50") e três LCDs (um de 37" e dois de 42").
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